Yep! Tudo sobre o meu primeiro salto de paraquedas!

Olá pessoal!

Quem me segue no Insta (@lilianpcr) ou no Face (www.facebook.com/licolombo), sabe que semana passada fiz uma coisa inédita em minha vida: saltei de paraquedas! “Que louca!” muitos pensam, e essa era a minha opinião com relação à todos aqueles que já haviam feito isso. Mas, uma vez que seu marido te liga e diz que sua mãe já topou, e você lembra que há 10 anos você era muito menos medrosa que hoje (não sei por quê, mas desenvolvi um medo horrível de altura – detalhe: já pulei em um dos maiores bungee jumps do mundo, e mesmo não tendo medo de altura na época, eu quase morri e fui de olho fechado), você percebe que “dar para trás” numa hora dessas pode pegar muito mal.

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Foi assim então que tudo começou: meu marido viu uma promoção no Peixe Urbano (pagamos, pelo aplicativo do celular, R$270 por salto com 10 fotos – a promoção ainda está vigente, caso se interessem), ligou para mim e minha mãe e topamos! O que eu achava que seria uma “ideia de jerico” tornou-se uma das melhores experiências da minha vida! Se pretendo ir de novo?! Com certeza! E digo mais: num futuro muito próximo pretendo fazer um curso e saltar sozinha!

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Voltando ao sábado passado… De manhãzinha, fomos até Boituva (a aproximadamente 110km de Campinas, onde moro), pois havíamos agendado o salto às 10h com a Sky Dive Thru (www.querosaltar.com.br). Até chegar lá, eu não estava tão nervosa, mas quando me deram um termo que dizia que eu estava ciente que acidentes podem acontecer, inclusive fatais, comecei a ficar com medo e a pensar como me sentiria na hora de pular. Comecei a ficar ainda mais tensa quando chamaram meu nome e me disseram que nós três seríamos os próximos a saltar.

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Além de altura, morro de medo de entrar em qualquer avião (começo a suar frio cada vez que ele dá uma mexidinha, então imaginem em turbulências fortes – já passei por umas muito violentas), então antes de entrar naquele aviãozinho que eu sei que ficaria aberto lá em cima (saltamos a 12mil pés), comecei a ficar muito enjoada. Não sei como não vomitei ali mesmo na salinha de embarque. Para a minha sorte, a subida foi super tranquila e por incrível que pareça, meu desespero foi passando. Acho que tanto os instrutores que iam fazer o salto com a gente quanto aqueles que pulariam solo passavam tanta tranquilidade, que chegada a contagiar. Também ajuda saber que o instrutor que pularia com você, o Maurício, já havia feito mais de 4mil saltos até então.

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Alcançados os 12mil pés, eles abrem a portinha do avião e aqueles que iriam solo começam a saltar. Em menos de 2 minutos, chega a minha vez (até então já tinha visto umas 8 pessoas saltarem, inclusive minha mãe e meu marido). Me posiciono na porta da forma como combinei com meu instrutor, ele pede  para eu olhar para a câmera e pulamos. Nessa hora meu medo já havia passado e tive uma sensação incrível a partir do momento que meus pés saíram do avião! Cheguei ao chão em êxtase, me sentindo realizada por ter feito uma coisa que não passava mais pela minha cabeça.

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E agora a melhor parte: tenho a maior parte de tudo que aconteceu em vídeo, para vocês verem aqui!

Mas antes, alguns pequenos detalhes:

– O vídeo tem 6 minutos e meio (entre entrar no avião, queda livre, ficar “passeando” com o paraquedas e a chegada, deu uns 15 minutos no total).

– Desde o início estou super nervosa e expresso esse nervosismo no meu rosto (o tempo todo fico com cara de assustada) e nas minhas mãos (cansei de contar quantos “joinhas” eu fiz com elas). Aliás, vocês conseguem ver quando o instrutor estava explicando como saltar e eu querendo saber se tinha aprendido tudo certinho (quem resolver saltar também vai descobrir que não é nenhum segredo).

– Antes de entrar no avião, pensei em ir de olhos fechados e só abri-los lá em cima. Ainda bem que não fiz isso, pois o dia estava lindo e tudo fica mais bonito quando você está vendo de cima.

– No meu vídeo, dá pra ver o momento em que meu marido e minha mãe pulam antes de mim.

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– Foco na mancha vermelha no meu rosto (de nervoso), logo antes de eu pular (na foto acima).

– Durante a queda, fiz umas 500 vezes o coraçãozinho com as minhas mãos. Não entendia “bulhufas” do que o instrutor estava dizendo, e queria ter uma foto assim pro zoar meu marido. Minha intenção nunca foi ser cafona.

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– Quem sofre de rinite, assim como eu, sabe que é perfeitamente normal o nariz escorrer quando bate um vento muito forte no rosto. Me perdoem pela cena “nojenta”.

– O que o vídeo não mostrou: a minha chegada, que foi de bunda! Doeu um pouquinho, mas valeu a pena!

E então, finalmente… O vídeo!

Já estou ansiosa para saber quando vou de novo! Não sei se é possível dizer isso sobre algo que fiz apenas uma vez na vida, mas acho que já viciei!

E vocês, já saltaram de paraquedas?! Se não, têm vontade? Se sim, gostaram? Contem aqui como foi!

Bom, hoje fico por aqui!

Até o próximo post!

Abraços,

Lilian

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